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Depoimento: minhas férias no Petar

Caverna do Petar, São Paulo

Por Fábio Karnik Tchobnian | 26 agosto, 2010

Dicas e experiências do viajante

Minhas férias de agosto estavam chegando. Eu estava no mês de julho e ainda não sabia para onde ir. Apenas sabia que queria ir a algum lugar com cachoeiras, para entrar debaixo d'água e receber a sua energia. O tempo foi passando e nada de decidir. Foi então que entrei numa loja de viagens e uma atendente muito simpática me recomendou o Petar, um parque a 300 quilômetros de São Paulo repleto de cavernas e cachoeiras e a um preço bem acessível. A única coisa que eu sabia é que ficava perto da Caverna do Diabo. Após ver algumas fotos na internet achei o lugar muito legal. Fechei minha estadia com a pousada Eco Gamboa, uma pousada bastante caseira com funcionários atenciosos que me recomendaram um ótimo guia, o João Neguinho, que me acompanhou nos passeios pela região. Minha recomendação é: se você quer conhecer as cavernas e cachoeiras do Petar contrate um guia para lhe acompanhar, pois é perigoso ir sozinho e se perder no caminho.

Fiquei no Petar na semana mais fria do ano e mesmo assim mergulhei na cachoeira que tanto sonhara, a cachoeira Sem Fim. Quando mergulhei, o guia me disse que eu era maluco por mergulhar naquele frio, mas eu respondi dizendo que o meu objetivo na viagem era justamente esse, dar um mergulho numa gostosa cachoeira. No total conheci seis cavernas e três cachoeiras. Cada uma delas tinha algo mágico e todas me surpreenderam. Na Caverna do Morro Preto conheci os caramujos que indicavam o caminho das cavernas aos índios no passado. A Caverna do Couto é magnífica, o passeio começa na caverna e termina numa trilha. Na Caverna Santana eu conheci a sala do silêncio e os enigmas da caverna. Na Caverna Água Suja eu me molhei todo porque é uma caverna que abriga um rio subterrâneo, assim como a Caverna Alambari de Baixo. A Caverna Ouro Grosso é uma caverna mais radical, onde é preciso andar de lado, pois há vários trechos estreitos no seu interior. Conheci as cachoeiras Andorinha, Beija-Flor e a cachoeira Sem Fim, onde, por fim, consegui dar um mergulho maravilhoso.

Alguns fatos engraçados que ocorreram durante a viagem foram: o guia, que ficava contando piadas; quando andei de bóia-cross e caí três vezes; e quando eu troquei os tapetes do meu carro por tapetes de Iporanga. Foi uma viagem animada e revigorante.

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